“THE DESIRE PROJECT” a new Video Installation by Grada Kilomba presented at the 32. BIENAL DE SÃO PAULO, São Paulo

“The Desire Project” by the portuguese artist Grada Kilomba is “(p)robably the strongest work of art in this Bienal. Grada’s speech beats like a drum and cuts like a knife.” – UNIQUE VISITORS.  It ”is part of one of the best works displayed at the 32th biennial of Sao Paulo, opened this week.” – MOACIR DOS SANTOS.  ”Finally, more radically, the Portuguese Grada Kilomba presents three short videos of single texts. (…) That was my main discovery at this Biennial of São Paulo, the most powerful and the most compelling. – LUNETTESROUGE.LE MONDE.  ”Grada Kilomba. De lo mejor que vimos en esta 32va edición de la Bienal de Sao Paulo, cuyo tema este año fue “Incerteza viva.” – PEQUENO PATO SELVAJE – EDITORIAL.  ”um poema-manifesto que dá voz a muitos que sempre se sentiram silenciados pelas narrativas coloniais” – 5 ARTISTAS MULHERES. FRAMERIO.  ”A artista que descoloniza palavras” - REDE ANGOLA.  ”The rhythmic beat is also a prominent feature of Grada Kilomba’s moving installation The Desire Project (2015-16), – one of the most engaging works in this biennial – which comprises three videos showing different texts written by the artist against a black background. Born in Lisbon and of African descent, in this piece Kilomba combines writing and sound (by Moses Leo) in an attempt to undo colonial constructions of the self while investing text with a performative quality.” – ART AGENDA. “A artista Grada Kilomba, que, curiosamente, contou à Lusa que já expôs diversas vezes no Brasil mas nunca mostrou seu trabalho em sua terra natal, Portugal, apresentou no Consulado dois vídeos que fazem parte do projeto “Plantation Memories”, de 2015. Para a Bienal, Kilomba realizou outro `vídeo-instalação` que conta uma história em três atos diferentes, com o título “Projeto Desejo”.”Para entrar nesta instalação [a pessoa] tem de passar por dentro de um altar que é dedicado a escrava Anastácia, uma figura religiosa e política do movimento africano, que foi forçada a usar uma máscara na boca, por falar palavras de emancipação”, relatou. A artista segue descrevendo que o visitante parte deste mundo espiritual e da memória para chegar até à obra. “O `vídeo-instalação` reflete o mundo digital e tecnológico. Apresento três histórias sobre quem pode falar, sobre o quê podemos falar e o que acontece quando falamos”, concluiu.” – RTP NOTÍCIAS (RÁDIO TELEVISÃO PORTUGUESA.  

 

 

 

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